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segunda-feira, 21 de junho de 2010
sexta-feira, 29 de janeiro de 2010
Balançar
Pedes-me um tempo
pra balanço de vida
mas eu sou de letras
não me sei dividir
para mim um balanço
é mesmo balançar
balançar é ter,dar balanço
e sair...
Pedes-me um sonho
pra fazer de chão
mas eu desses não tenho
só dos de voar
e agarras a minha mão
com a tua mão
e prendes-me a dizer
que me estás a salvar
de quê?
de viver o perigo
de quê?
de rasgar o peito
com o quê?
de morrer
mas de que, paixão?
de quê?
se o que mata mais é não ver
o que a noite esconde
e nao ter, nem sentir
o vento ardente
a soprar o coração...
Prendes o mundo
dentro das mãos fechadas
e o que cabe é pouco
mas é tudo o que tens
esqueces que às vezes
quando falha o chão
o salto é sem rede
e tens de abrir as mãos
Pedes-me um sonho
pra juntar os pedaços
mas nem tudo o que parte
se volta a colar
e agarras a minha mao
com a tua mao e prendes-me
e dizes-me para te salvar
de quê?
de viver o perigo
de quê?
de rasgar o peito
com o quê?
de morrer
mas de que, paixão?
de quê?
se o que mata mais é não ver
o que a noite esconde
e nao ter, nem sentir
o vento ardente
a soprar o coração...
de quê?
de viver o perigo
de quê?
de rasgar o peito
com o quê?
de morrer
mas de que, paixão?
de quê?
se o que mata mais é não ver
o que a noite esconde
e nao ter, nem sentir
o vento ardente
a soprar o coração...
Ouvir aqui.
pra balanço de vida
mas eu sou de letras
não me sei dividir
para mim um balanço
é mesmo balançar
balançar é ter,dar balanço
e sair...
Pedes-me um sonho
pra fazer de chão
mas eu desses não tenho
só dos de voar
e agarras a minha mão
com a tua mão
e prendes-me a dizer
que me estás a salvar
de quê?
de viver o perigo
de quê?
de rasgar o peito
com o quê?
de morrer
mas de que, paixão?
de quê?
se o que mata mais é não ver
o que a noite esconde
e nao ter, nem sentir
o vento ardente
a soprar o coração...
Prendes o mundo
dentro das mãos fechadas
e o que cabe é pouco
mas é tudo o que tens
esqueces que às vezes
quando falha o chão
o salto é sem rede
e tens de abrir as mãos
Pedes-me um sonho
pra juntar os pedaços
mas nem tudo o que parte
se volta a colar
e agarras a minha mao
com a tua mao e prendes-me
e dizes-me para te salvar
de quê?
de viver o perigo
de quê?
de rasgar o peito
com o quê?
de morrer
mas de que, paixão?
de quê?
se o que mata mais é não ver
o que a noite esconde
e nao ter, nem sentir
o vento ardente
a soprar o coração...
de quê?
de viver o perigo
de quê?
de rasgar o peito
com o quê?
de morrer
mas de que, paixão?
de quê?
se o que mata mais é não ver
o que a noite esconde
e nao ter, nem sentir
o vento ardente
a soprar o coração...
Ouvir aqui.
segunda-feira, 14 de dezembro de 2009
segunda-feira, 7 de dezembro de 2009
sábado, 5 de dezembro de 2009
terça-feira, 14 de julho de 2009
sábado, 27 de junho de 2009
sexta-feira, 26 de junho de 2009
Acabou...
... finalmente mais uma semana. Esta deitou-me abaixo...
Estou cansadíssima.
Estou cansadíssima.
Hoje a noite é para relaxar, amanhã espera-me um dia de fada-do-lar e uma noite longa.
Fada-do-lar porque aos Sábados é dia de limpezas aqui em casa e ainda pra mais na semana passada andei a passear e não fiz nada, à noite tenho o jantar de aniversário da Bruna, que espero que se prolongue pela noite adentro porque me apetece uma noite "louca" para agitar esta minha vida tão rotineira.
E já agora (e porque mereces): Obrigada a TI, que sabes quem és, por cada palavra de incentivo, por cada conselho, por "estares" comigo nestes últimos dias e me fazeres sorrir. Ainda vais ser muito feliz, nem vejo outra alternativa possível para ti senão a felicidade. Vais ver.
segunda-feira, 22 de junho de 2009
Canções da minha vida II
Esta é sem dúvida umas das músicas da minha vida, gosto da voz, da melodia, da forma de interpretar. Gosto das pausas, do ritmo,...
Gosto da letra e do que ela significa para mim.
sábado, 13 de junho de 2009
Nada faz sentido...
... NADA.
O querer e não querer. O achar que consigo esperar quando sei que sou mais que impaciente. Nada tem sentido. Nem a teia de silêncios que criei à minha volta e que me impede de ouvir e ser ouvida. Nada.
Não consigo arranjar uma forma de deixar sair as coisas que guardo como tesouros sem valor nenhum. Já não sei expressar-me, já não sei comunicar.
PRESA.
Estou presa dentro de um vidro. Vejo. Sinto. Mas vou acabar para sempre presa à solidão. À solidão disfarçada. À solidão que amo e odeio ao mesmo tempo.
E nada, mesmo nada tem sentido...
O querer e não querer. O achar que consigo esperar quando sei que sou mais que impaciente. Nada tem sentido. Nem a teia de silêncios que criei à minha volta e que me impede de ouvir e ser ouvida. Nada.
Não consigo arranjar uma forma de deixar sair as coisas que guardo como tesouros sem valor nenhum. Já não sei expressar-me, já não sei comunicar.
PRESA.
Estou presa dentro de um vidro. Vejo. Sinto. Mas vou acabar para sempre presa à solidão. À solidão disfarçada. À solidão que amo e odeio ao mesmo tempo.
E nada, mesmo nada tem sentido...
quarta-feira, 10 de junho de 2009
sábado, 6 de junho de 2009
Sem certezas...
... mas com vontade de arriscar.
Apetece-me pressionar o tempo e fazê-lo voar, apetece-me comandar tudo, liderar. Apetece-me fazer jus ao meu signo e ser a "rainha" da selva, a leoa que agarra o futuro com garra.
E se todos os dias podem ser "o dia", então "hoje é o dia" de dar mais um passo...
Etiquetas:
Banda sonora,
dia-a-dia,
Eu sou assim
terça-feira, 2 de junho de 2009
sábado, 23 de maio de 2009
sexta-feira, 22 de maio de 2009
sexta-feira, 15 de maio de 2009
domingo, 5 de abril de 2009
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