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segunda-feira, 16 de agosto de 2010

Uma das coisas...


... que eu mais gosto dos finais do mês de Agosto é acordar com frio e ter que me cobrir bem com o lençol. Gosto muito desses acordares...

segunda-feira, 9 de agosto de 2010

O fim-de-semana define-se...

... em 2 palavrinhas: "Para Esquecer!"

terça-feira, 3 de agosto de 2010

Sou só eu...

... que não gosto de unhas verdes e azuis??

sexta-feira, 30 de julho de 2010

Aprender sempre...

Aos poucos vou aprendendo mais sobre a vida...
Aprendi que atrás de um sorriso nem sempre está uma pessoa feliz.
Aprendi que se acreditarmos em nós e nas nossas capacidades o caminho torna-se menos tortuoso e difícil.
Aprendi que aquilo que nos achamos que nunca vai acontecer por vezes acontece mesmo.
Aprendi que às vezes perder significa ganhar.
Aprendi que os sonhos às vezes deixam de ser sonhos para passarem a realidades.
Aprendi que os verdadeiros amigos nunca se vão para sempre.
Aprendi que sou capaz de suportar muito mais do que imagino.
Aprendi que sou forte.
Aprendi que mesmo quando menos se espera o sol brilha.
Aprendi a agradecer mais.
Aprendi a querer ainda mais.
... estou sempre a aprender.

quarta-feira, 28 de julho de 2010

Já passou 1 ano...

... tudo começou assim .

"Amar-te é sentir o teu coração a bater dentro do meu peito"

terça-feira, 27 de julho de 2010

E (quase) tudo tem...

... um possível recomeço.

quinta-feira, 1 de julho de 2010

Os próximos dias...

... vão ser assim. Mas isso eu já sabia...
Tentei, até ao último minuto. Inclusivé quando ainda olhei para trás à espera que também o fizesses...

terça-feira, 22 de junho de 2010

E pronto....

... hoje é só mais uma noite em que estou sozinha e tenho uma vontade enorme de chorar. E choro. Claro que choro.

E é assim que se fica quando nada mais se consegue dizer. Quando nada adianta.

domingo, 20 de junho de 2010

E já foi há 3 anos...

Tudo mudou nestes 3 anos.
Trabalhei em 3 sítios diferentes e pelo meio estive 2 meses desempregada. Neste momento tenho um emprego estável, julgo que para toda a vida. Se me imaginava a trabalhar onde trabalho? Nunca. Se gosto do que faço? Gosto. Pena que nos dias que correm o acumular de funções às vezes nos faça esquecer o que mais gostamos de fazer, a polivalência é uma realidade da minha vida, e a larga escala.
Acho que há pessoas com uma estrelinha da sorte sempre do lado delas, a minha brilhou e manifestou-se nesta área. Tenho a maior sorte do mundo por ter o emprego que tenho.
Faz hoje 3 anos e só me ocorre dizer que o tempo voa mesmo.

sábado, 19 de junho de 2010

Pormenores

Chegamos à porta da minha casa. Beijo de despedida ainda dentro do carro. Saio do carro já com as chaves na mão para abrir a porta, ainda antes de eu meter sequer a chave na fechadura oiço o carro a arrancar. Acho que foi a primeira vez que alguém me foi pôr a casa e não esperou que eu abrisse a porta. Estranhei. Senti-me sozinha.

quarta-feira, 16 de junho de 2010

Compras

Segunda-Feira foi dia de fazer umas comprinhas.
A primeira compra foram uns óculos de sol, os meus andavam todos riscados e velhotes. Tive sorte e ainda comprei com 20% de desconto, acho que foi a primeira vez na vida que fui a uma loja onde apenas uma das marcas estavam em desconto e a única coisa que eu gostei era mesmo dessa marca.
Depois fui comprar calças de ganga, aí já foi diferente, havia muitos descontos (menos 10 e 20€), mas não gostei de me ver com nenhumas. Não gosto daquelas calças que são tão descidas que o fecho deve medir uns 3cm, acho feio, nem nas meninas muito magrinhas gosto de ver. E depois eu gosto mais de calças clássicas, daquelas com bolsos normais à frente e atrás e sem fechos e elásticos, etc. e as das promoções eram mais com feitios, havia algumas giras mas não me ficavam nada bem. Os kilos a mais notam-se imenso.
Lá me decidi por 2 pares, parecidas mas com lavagens diferentes.
Os meses que se seguem vão ter que ser bem mais moderados nas compras, quero começar a fazer uma pequena poupança para o meu futuro. Confesso que me "perdi" um pouco nos meus projectos, naqueles que sempre tive, e por mea culpa, porque deixei que os projectos de outros se tenham sobreposto aos meus. Tenho pensado muito e estou a voltar a mim, porque como alguém me disse (obrigada!!) eu só vou ser feliz quando estiver feliz comigo mesma, e a minha felicidade depende dos meus sonhos, depende daquilo que eu for conseguindo concretizar. Se eu desistir de mim e de tudo aquilo que sempre quis apenas porque os outros não têm os mesmos projectos que eu, jamais serei uma mulher feliz...

quinta-feira, 10 de junho de 2010

Hoje o dia...

... foi passado a ver todos os episódios do Flashforward que me faltavam (8) e a chorar, e a pensar, e a chorar...

Agora é hora de ir dormir porque amanhã é dia de trabalho outra vez...

terça-feira, 8 de junho de 2010

Coisas minhas I


Este será sempre (e para sempre) o meu perfume, apesar de não o usar há uns bons anos.

sexta-feira, 4 de junho de 2010

Metade...

... daquilo que me vai acontecendo não o espero nem nunca o imaginei.

Não esperava vir a sentir-me tão sozinha. Sempre quis ser independente mas nunca achei que independência fosse sinónimo de solidão, fosse sinónimo de desprezo, de desapego por parte dos outros.

Nunca pensei vir a rodear-me de pessoas completamente centradas nos seus umbigos sem quererem saber dos outros para nada, neste caso de mim. Nunca pensei ouvir palavras de ingratidão de pessoas por quem eu sempre dei o mundo. Não esperava que aos 30 anos a minha vida fosse em tons de cinzento.

Detesto mentiras. Sinto-as, sempre fui assim. É difícil alguém mentir-me sem eu farejar qualquer coisa no ar. Experimento. Confirmo. E não faço nada. Mesmo nada. Apenas fico a remoer.

EU NÃO SOU ASSIM e não faço nada para voltar ao que sempre fui. Porquê? Não sei...

domingo, 30 de maio de 2010

Estou...

... um pouco mais cansada ainda do que quando acabei o trabalho às 17h30 se Sexta- Feira. Mas... mais e mais leve!!!!

segunda-feira, 24 de maio de 2010

Tenho o coração muito perto da boca...

... e sou extremamente sincera.
Se penso assim, digo assim. Não sei pensar de outra maneira nem fazer de outra forma.
Ser assim é um risco. Arrisco-me todos os dias a ouvir o que nunca pensei ouvir.
As feridas vão abrindo mas não saram, porque entretanto outras abrem e isto vira uma chaga.
Hoje ouvi umas coisas que nunca pensei ouvir. Aliás até podia ter pensado em ouvir mas de certeza que teria uma atitude. De certeza que abria os olhos para não mais fechar. Mas não, ouvi e abafei. Contive. Não tive sequer vontade de nada. Estarei a mudar?

Fiquei triste...

... já fiz contas e mais contas.
Passei a hora de almoço a fazer uma estimativa. Vi as despesas fixas do momento. Somei. Vi as despesas fixas que virei a ter. Somei. São apenas estimativas, é certo, mas não dá. A vida está cara demais. Seria uma risco enorme.
Se não fosse o crédito do carro dava, assim não. Arriscaria não ter o que comer. Depois de repente lembrei-me do arrendamento jovem, mas já não sou considerada jovem. Faço 31 anos no Verão. *#$%&
Depois de mais umas contas estabeleci limites e regras que até agora nunca me tinha imposto. E depois uma meta. Dou-me a mim mesma até ao dia em que completo 32 anos, já que o sonho dos 31 não dá para cumprir. Até esse dia. Nem mais 1 mês. Acreditar é meio caminho andado e eu acredito que consigo.

sexta-feira, 21 de maio de 2010

Amanhã...

... vou tratar dos cabelos.

Pintar, escadear mais um pouco. Relaxar.

quarta-feira, 19 de maio de 2010

O que é que se faz primeiro...

... quando chegamos à conclusão que TUDO tem que ser feito?

Ao longo da vida tentei cultivar-me. Tentei ser uma pessoa melhor todos os dias. Tenho orgulho em ser tão verdadeira quanto sou, em ser tão honesta quanto sou, em ser boa amiga, boa filha, boa profissional. Sou o que sou porque me esforço. Sou o que sou porque luto por cada coisa que tenho.

Nada na minha vida caiu do céu. Desde pequena sempre juntei cada moedinha e cada nota que os meus avós e tios me davam. Desde muito nova, com esse dinheiro e com o que sobrava da semanada, comecei a comprar tudo o que queria. A minha aparelhagem quando tinha uns 14 anos, a tv para o quarto com uns 16, aos 18 comprei o meu primeiro PC pago cêntimo por cêntimo aos meus pais, a impressora logo a seguir. Comprei o meu primeiro telemóvel, e o segundo e o terceiro and so on... Paguei sempre as propinas em todos os anos. Primeiro com a bolsa, depois com a bolsa e com o dinheiro das bijuterias que fazia. Enquanto as minhas amigas iam ao cinema às Quintas à noite e saiam todos os fins-de-semana, eu ficava a trabalhar. Passei dias e dias e horas e horas e noites e noites de volta das contas, dos arames e dos alicates mas tinha tudo o que queria. Tirei a carta, paguei-a. Comprei o meu primeiro carro (já velhinho), paguei-o. Quando entrei na CGD fui fazer uma formação a Lisboa de 2 semanas, fui com o meu dinheiro. Na altura estragou-se o meu PC velhinho, precisava dele por causa das bijuterias, comprei outro. Emprestaram-me o dinheiro mas foi tudo pago ao milimetro. E por aí adiante, podia falar em muito mais coisas, não vale a pena.

Apoio, pouco tive. No dia em que soube a última nota, lembro-me como se fosse hoje, desci as escadas a chorar de alegria e disse "passei, acabei o curso". O que ouvi? O eco das minhas palavras. Tive abraços. Não tive Parabéns. Não tive "conseguiste".

Sempre vivi tudo muito sozinha, acompanhada de uma força que não tenho para outras coisas. Fui sendo feliz aqui e ali. Nunca me senti plena.

Sempre acreditei que um dia a vida mudaria. Um dia havia de ter alguém que não me recusasse ajuda. Um dia havia de ter alguém com que pudesse contar incondicionalmente e me permitisse descansar desta luta constante. Um dia achei que chegaria a hora de sorrir sem muitos interregnos. Não. Ainda não chegou o dia.

Trago a cabeça mergulhada em duvidas. Não sei se ceda ao desânimo e ao cansaço ou se vire a mesa. Peso na balança cada uma das opções mas pesam exactamente o mesmo.

Desafio-me. Vou ao meu limite. Não sei mais o que fazer.

segunda-feira, 17 de maio de 2010

Ontém tive gente em casa...

... quis oferecer um almoço pela minha entrada no quadro. Aproveitei e juntei a familia. Correu tudo muito bem, não houve qualquer chatice, acho que toda a gente se sentiu à vontade e gostou.
Eu estava meio feliz. O meu pai não estava e eu queria tanto o meu pai ali. Ontém tive a real noção do que será a minha vida até eu própria ter o meu espaço. Na casa do meu pai não terei a minha mãe. Na casa da minha mãe não terei o meu pai.
E vejo os meus sonhos tão distantes, cada vez mais e mais. Bloqueei a minha veia dos sonhos, bloqueei o fio condutor que me leva aos meus projectos. O medo e a insegurança perseguem-me. Não tenho a vida que quero mas não faço nada para mudar isto. Ninguém me dá a mão e me tira desta espiral que roda e roda e me consome. Ninguém se importa porque toda a gente só quer saber da sua barriga. E eu nunca me habituei a viver assim. Eu sempre vivi para os outros e esqueci-me sempre que em primeiro lugar estarei sempre mas sempre eu.
É difícil habituar-me ao egoismo. Sempre o afastei de mim.