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sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010

Depois de um dia de frio...

... horrivel, eis que surge o sol. Um sol radiante.

O frio continua mas só o facto de estar este sol magnífico já parece estar calor. Pelo caminho zonas complicadas de muito gelo, em curvas e contracurvas onde o sol não espreita. Ao fundo a serra toda nevadinha, uma paisagem linda, linda. Cheguei com outro ânimo. Cheguei com outra vontade.

Agora o que me apetecia mesmo era andar por aí e não estar aqui fechada mas não se pode pedir tudo, certo? E por hoje este sol lindo já me chega.

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010

Viram o...

...filme "O estranho caso de Benjamin Button"?
Lembram-se daquele parte em que o homem cego tem um filho que morre na guerra e que constrói o (tal) relógio que roda ao contrário?
Lembram-se daquela parte em que há um rewind e aparece a história toda ao contrário? Se uma coisa acontecesse, não desencadeava outra, e outra e outra,...
Ontém tive essa sensação. Saí do trabalho como habitualmente mais ou menos à mesma hora, segui o caminho de sempre, fiz as coisas de sempre,... Mas, uma coisa que não fiz, um gesto mecânico que faço todos os dias quando saio do trabalho, desencadeou uma série de coisas que não tinha programado fazer (e que preferia nunca ter feito).
Porque será que isto acontece? Já tive esta sensação 2 vezes na minha vida. E se eu não voltasse atrás? E se eu ficasse onde estava? Teria acontecido?

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010

O destino...

... existe. E eu acredito.

Às vezes traçamos um caminho e tentamos segui-lo, queremos segui-lo, acreditamos que o caminho que escolhemos é (simplesmente) "o" caminho. Entretanto outras coisas surgem e somos obrigados a parar para depois andar novamente. Somos obrigados a fazer retrocessos e nesses retrocessos pode surgir o inesperado que nos pode fazer mudar o caminho. Obrigar a mudar o rumo. Obrigar a escolher outro caminho.

Às vezes não sabemos porque é que as coisas acontecem e não paramos de nos perguntar isso mesmo. Eu pergunto-me. Pergunto-me todos os dias onde é que eu erro para que tenha que mudar o meu caminho quase diariamente, porque é que eu nunca consigo fazer nada sem que pelo meio aconteçam coisas e mais coisas. Raramente consigo obter uma resposta que me convença de que o caminho é este mesmo, o meu caminho é não ter caminho nenhum...

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

Cheiros

Há dias em que os cheiros me incomodam particularmente. Hoje o cheiro do plástico que envolve os separadores que vieram do Economato para eu preparar o arquivo de facturas de 2010 está-me a incomodar tão profundamente que, se não tiro isto daqui, ainda me dá uma coisinha!!!!

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

E de repente percebi...

... que do que eu tenho realmente saudades é de ser "a filha".

quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

Estou...

... uma verdadeira pilha de nervos!!!!

terça-feira, 22 de dezembro de 2009

Tenho estado...

... ocupada.
Reunião no fim da manhã e no fim da tarde com a chefe. Trabalhos e mais trabalhos para as férias dela que se resumem apenas a 3 dias visto darem-nos o dia 31. A senhora continua a pensar que nas férias dela eu trabalho 14h em vez das 7h habituais.
Vou ficar em casa na tarde de dia 23, dia 24 e respectivo dia de Natal e fim-de-semana, e depois venho trabalhar 3 dias e fico novamente dia 31, dia de Ano Novo e fim-de-semana. Ao mesmo tempo que me sinto cansada não me apetece ficar em casa estes dias todos, pensar nisso deixa-me logo com dor de barriga. É ridiculo mas preferia vir para o trabalho.
Não espero muito destes dias, aliás não espero nada, vou fazer de conta que o Natal não é Natal. No próximo ano espero poder fazer diferente, espero poder ser eu a decidir como quero o meu Natal e não voltar a ficar à espera que o façam por mim... Já é hora.

sábado, 19 de dezembro de 2009

Dias dificeis


Estes últimos dias têm sido complicados.

Terça quando cheguei a casa e vi o meu pai a carregar as coisas dele fiquei destroçada, quando se veio despedir de mim à noite desabei... Chorei, chorei,... Desejei desaparecer como nunca tinha desejado.

Tenho andado muito nervosa e ansiosa e fisicamente sinto-me debilitada, já não é só psicologicamente que isto me anda a afectar. Sinto a ansiedade a apoderar-se de mim, da minha respiração, das batidas do meu coração,... Sem duvida esta é a fase pior da minha vida.

Estranhamente, e se não fosse isto dos meus pais, sei que andaria eufórica por outros motivos que são bons, que me fazem pensar que o futuro até pode ser risonho, quem em certas partes da minha vida sou uma sortuda, porque vou poder cumprir certos sonhos mais rápido do que imaginava. Nem tudo é perfeito, mas ainda acredito que quando uma porta se fecha abre-se sempre uma janela e é a isso que me agarro a cada dia para ir sobrevivendo a todos os problemas.

Já há muito tempo que não o faço mas obrigada a todos/as que me têm deixado preciosos comentários e preciosos conselhos que me ajudam todos os dias a não me sentir tão sozinha, que me ajudam a ter outra visão das coisas. Obrigada mesmo.

sexta-feira, 11 de dezembro de 2009

Sei...

... que sou capaz. Basta querer com muita força.
Dá-me a mão. Abraça-me.

terça-feira, 8 de dezembro de 2009

Ontém...

... fui ao cinema tal como tinha dito, o filme até é engraçado, menos do que pensei, ou talvez o espirito com que eu estava não fosse dos melhores para ir ver uma comédia.

A minha vida é um mundo ao contrário, como se em vez de avançar recuasse a cada passo que eu dou.

Onde é que eu erro? Onde?

Estou tão cansada de chorar.

segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

Tempo


O tempo tem o poder de me mudar o humor.

Um dia cinzento e de chuva deprime-me, gosto, mas faz-me sentir sozinha que é um dos sentimentos que eu mais detesto.

Um dia de sol anima-me, aquece-me o coração. Adoro dias de muito frio, muita geada e com muito sol. Gosto de andar na rua, de cachecol, de botas e casacos quentinhos e sentir o frio a estalar na pele e o sol a aquecer a seguir.
Hoje não está muito frio mas está um dia de sol exactamente como eu gosto.


Ps: Enquanto escrevo bate-me o sol nas costas e aquece-me até à alma.

domingo, 6 de dezembro de 2009

Não gosto...

... que me culpem de uma coisa da qual não tenho culpa.

Se há coisa...

... que eu detesto é egoismos. Egoismos no que quer que seja, nas relações pessoais, no trabalho, etc. Se há coisa que não sou é egoista, antes pelo contrário. Preocupo-me com os outros até demais...

sábado, 5 de dezembro de 2009

Fim-de-semana...

... outra vez.

Este cheira-me a "(re)começo". Para mim algumas coisas a começar, para eles algumas coisas a recomeçar. E quando penso nem sei se me sinto bem ou mal, se me sinto triste ou feliz. Aos poucos começo a vislumbrar um futuro que, embora diferente, talvez seja mais feliz. Aos poucos as feridas irão sarar e, embora as cicatrizes nunca desapareçam, talvez eu consiga (finalmente) ter a calma que preciso, ter a felicidade que preciso mesmo que nunca junta numa mesma casa, ou numa mesma mesa de jantar. Nem tudo é mau e, aos poucos, começo a ver isso.

Este momento, além da tristeza, sabe-me a solidão. Uma solidão que não se descreve nem se explica, apenas se sente. E dói muito senti-la. Dói por mim e pela minha solidão, dói pela solidão que cada um deles irá sentir nos próximos tempos. Espero ter o discernimento e a clareza de pensamentos que tenho tido até agora para me fazer sempre presente, se não sempre ao menos nos momentos essenciais e indispensáveis, de nunca optar por um detrimento do outro.
Mesmo sozinha, no fundo, tenho encarado isto bem. Mas, em momentos como este, vemos quem realmente é nosso amigo, quem se preocupa com o facto de estarmos menos bem, quem se preocupa em minimizar a solidão que sentimos. Sinceramente desses tenho tido poucos do meu lado, antes pelo contrário, e surpreendo-me a cada dia com a frieza de alguns, inclusivé a minha familia que ainda não pegou num telefone para me perguntar se ao menos preciso de um abraço. Preciso. Muito mais que abraços, preciso de conversas, de outras formas de pensar diferentes da minha para que isso me ajude a ver caminhos que não consigo ver sozinha.
Estas cicatrizes doem e vão doer sempre.

sexta-feira, 4 de dezembro de 2009

E hoje...

... ao almoço comi o melhor caril de frango do mundo, o da minha mãe. Que bem que me soube.

Pena já ter engordado, pelo menos 1 kg foi de certeza, pra semana cruzes na boquinha. ;)

quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

Não gosto...

... daquelas pessoas que dizem que só porque uma pessoa não demostra grandes afectos por animais é má pessoa ou não tem bom coração. Sinceramente quem pensa uma coisa dessas é que não tem.

Eu não sou muito "ligada" a animais, para ser sincera tenho medo da maioria e nem me imagino a fazer mil festinhas a um gato ou a rebolar no chão com um cão. Tenho medo e ponto final.

Passei muitos anos da minha vida a esconder este medo, que tenho desde criança, até perceber que o caminho que estava a seguir era errado, o certo é assumir, o certo é não ter medo de ter medo e a partir daí comecei a sentir-me melhor. Se continuo a ferir susceptibilidades com este medo? Continuo, mas não estou nem aí. Já me chega eu ter que viver com este medo quando, de há uns anos para cá, a maioria das pessoas passou a ter um cão fechado em casa e (quase) a ocupar um lugar de uma pessoa e eu passei a ter que "levar" com isso de cada vez que vou a casa de alguém.

A maioria das pessoas não entende que nem todos somos iguais e que há medos difíceis de gerir.

Perdoem-me mas eu sou assim, não quero ter nenhum animal de estimação e não gosto quando me apercebo que às vezes um cão tem mais privilégios que uma pessoa dentro de um lar. Não concordo nem entendo, contudo não me considero má pessoa e não acho que tenha pior coração do que quem pensa diferente de mim. Não julgo as pessoas.
Cada um que pense como quiser....

domingo, 29 de novembro de 2009

Natal V- Desabafos

Ontém pedi ao meu pai para passar o Natal ainda cá em casa. Ele acedeu ao meu pedido, embora saiba que só o faz por mim e não por vontade dele. Agradeci. Chorei no ombro dele como nunca tinha chorado. Voltei a sentir-me tão pequenina, voltei a ter aquela idade em que dançavamos os dois aos Sábados demanhã, em que eu punha os pés sobre os pés dele e ficavamos ali a rodopiar. Só faltou sentir a mesma alegria, aquela alegria que sei que jamais sentirei por completo. Falou-me de alguns projectos para o futuro próximo, senti-me estranha, no fundo senti-o bem mais preparado que eu para a solidão. E bem ainda mais lá no fundo senti-me bem por ele ter projectos, ter vontade de seguir em frente.
Força pai, eu nunca, mas mesmo nunca deixei nem deixarei de ter o maior orgulho em ti, tens-me provado cada dia que és um grande homem.

Depois do stress do momento aliviei um bocado a pressão que andei a sentir nos últimos dias. Mesmo que seja um Natal que já não é em familia é como que uma despedida para mim, uma situação que jamais vou viver. Para ano hei-de estar mais bem preparada, quem sabe em condições de já ter o meu espaço e ser eu a anfitriã e poder convida-los e voltar a tê-los juntos outra vez mesmo que só por uma noite.

Ando frágil fisica e psicologicamente. Choro por tudo e por nada, ando muito carente de atenção, carente de me sentir importante para alguém. Infelizmente passo muito tempo sozinha, quase todo o tempo fora o do trabalho e isso neste momento é péssimo para mim, sair e estar mentalmente ocupada com outras coisas ajuda-me muito.

Hoje já comprei algumas prendas de Natal, a do meu pai e a da minha mãe. O resto vai ser comprado esta semana, estou de férias e não quero ficar todo o dia em casa.

Sei que não me entendes por mais que digas que sim. Não entendes nunca que só quero a tua presença. Não te quero privar de nada, nem o tenho feito. Mas a verdade é que a tua agenda tem pouco espaço em branco para preencheres com o meu nome e quando até o poderias escrever há-de haver sempre A, B C ou D que se sobrepõe.

Para mim chega, eu sei que já disse aqui isto mais vezes, mas não aguento muito mais. Não posso mendigar mais nada a quem quer que seja, não me sinto psicologicamente capaz disso. Tenho andado nervosa demais, a chorar demais, a tomar calmantes a mais. Não posso preocupar-me sem sentir retorno. Chega. Quem não quiser estar comigo na minha dor por vontade não vai estar por eu implorar porque eu não posso fazer mais isso comigo. Tenho que aprender a amar-me mais que aos outros. Tenho que aprender a pôr-me antes dos outros. Nunca consigo fazer isso. Aliás nunca conseguia porque eu vou ter que fazer isso por mim, mudar.

Não sei porque raio a vida nunca me sorri abertamente.

Fim-de-semana

Com ele vem sempre agregada a solidão. É estranho mas é verdade.

Ontém mais um mês nosso. Hoje mais um dia entregue a mim.

Nada muda, nem eu...

quinta-feira, 26 de novembro de 2009

E chove...

... e chove, e chove,...
Até gosto destes dias, não sempre, mas às vezes gosto. Hoje gosto. Passei a hora de almoço de chapéu de chuva aberto a andar por aí, a respirar o ar húmido, a sentir-me a ficar mais e mais molhada e a pensar, a pensar,...

Fez-me bem! Sei que me fez bem...

segunda-feira, 23 de novembro de 2009

Mudanças

Ontém adormeci como não adormecia há muito tempo. Adormeci embrulhada em lágrimas de solidão...

Tento aguentar-me mas há dias em que não aguento. Desisto. Choro. Grito. Apetece-me dormir e já não acordar.

Hoje acordei com vontade de fazer alguma coisa, ainda não sei bem o quê, mas em breve hei-de clarificar as ideias e tomar decisões.